
Autora: J. R. Ward
Título original: Lover Eternal
Lançamento: 2006
Editora: Universo dos Livros
Nº de páginas: 441
Sinopse:
Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, desenrola-se uma sórdida e cruel guerra entre vampiros e seus carrascos. Há uma irmandade secreta, sem igual, formada por seis vampiros defensores de sua raça. Possuído por uma besta letal, Rhage é o membro mais perigoso da Irmandade da Adaga Negra. Dentro da Irmandade, Rhage é o vampiro de apetites mais vorazes. É o melhor lutador, o mais rápido a reagir, baseado em seus instintos, e o amante mais voraz, porque em seu interior arde uma feroz maldição lançada pela Virgem Escriba. Possuído por esse lado sombrio, Rhage teme constantemente que o dragão dentro de si seja liberado, convertendo-o num perigo para todos à sua volta. Mary Luce, uma sobrevivente de muitas adversidades, entra de maneira involuntária no universo dos vampiros, contando apenas com a proteção de Rhage. Concentrada em combater a sua própria maldição, potencialmente mortal, Mary não está buscando o amor e perdeu sua fé em milagres tempos atrás. Mas quando a intensa atração animal de Rhage se transforma em algo mais emocional, ele sabe que Mary precisa ser sua e de mais ninguém. E enquanto os inimigos fecham o cerco, Mary luta desesperadamente para alcançar a vida eterna com aquele que ama...
Review:
Continuando a saga da Irmandade da Adaga Negra! Sim, eu optei por ler todos os que existem até agora, a curiosidade está me matando e eu quero..não, PRECISO me inteirar de tudo o que já aconteceu até agora.
Bom. Nesse 2º livro, o foco da história está no Irmão mais bonito e sedutor: Rhage, carinhosamente apelidado de Hollywood devido aos seus atributos e ar cinematográfico. lol Gostei do jeito do Rhage desde o pouco que foi apresentado dele no 1º livro, e tinha certeza de que havia algo muito mais atraente em sua personalidade do que apenas o fato de parecer um ator saído de um filme. E sim, eu estava certa. Assim como os demais, Rhage também tem uma maldição que, no caso dele, é literal e foi brevemente mostrada também no 1º livro.
Li esse volume com rapidez também, mas admito que no começo não estava tããão interessada. "Que Deus seja testemunha", como a própria Ward repete tanto em seus livros, que as personagens femininas têm sido um tanto chatas e sem graça, em comparação com as personalidades caprichosamente elaboradas dos masculinos. Mary, a principal nesse livro, me irritou profundamente e conseguiu ultrapassar a Virgem Escriba na minha escala de desprezo.
Chateações à parte, a história do Rhage é bem tocante, todo seu sofrimento durante anos por causa da maldição e tal, e no fim, quando descobrimos o motivo por tê-la recebido, você fica bem "what the fuck", mas tudo bem. No decorrer do livro, ele se torna ainda mais encantador e carinhoso e, bem..ele é mais "dirty", digamos, que o Wrath nas questões sexuais. Não que eu esteja reclamando, absolutamente. lol Muitos momentos meigos e de vontade de colocá-lo no colo, por fofura ou dó.
O livro se tornou melhor na 2ª metade, quando a ação se intensifica, dando continuidade aos projetos dos redutores com foco no Sr. O. No geral, mantém-se o maravilhoso ritmo de escrita, com cortes de cenas para diversos personagens e situações, não deixando a leitura cansativa e melhorando muito o aproveitamento e assimilação dos acontecimentos.
Bom. Nesse 2º livro, o foco da história está no Irmão mais bonito e sedutor: Rhage, carinhosamente apelidado de Hollywood devido aos seus atributos e ar cinematográfico. lol Gostei do jeito do Rhage desde o pouco que foi apresentado dele no 1º livro, e tinha certeza de que havia algo muito mais atraente em sua personalidade do que apenas o fato de parecer um ator saído de um filme. E sim, eu estava certa. Assim como os demais, Rhage também tem uma maldição que, no caso dele, é literal e foi brevemente mostrada também no 1º livro.
Li esse volume com rapidez também, mas admito que no começo não estava tããão interessada. "Que Deus seja testemunha", como a própria Ward repete tanto em seus livros, que as personagens femininas têm sido um tanto chatas e sem graça, em comparação com as personalidades caprichosamente elaboradas dos masculinos. Mary, a principal nesse livro, me irritou profundamente e conseguiu ultrapassar a Virgem Escriba na minha escala de desprezo.
Chateações à parte, a história do Rhage é bem tocante, todo seu sofrimento durante anos por causa da maldição e tal, e no fim, quando descobrimos o motivo por tê-la recebido, você fica bem "what the fuck", mas tudo bem. No decorrer do livro, ele se torna ainda mais encantador e carinhoso e, bem..ele é mais "dirty", digamos, que o Wrath nas questões sexuais. Não que eu esteja reclamando, absolutamente. lol Muitos momentos meigos e de vontade de colocá-lo no colo, por fofura ou dó.
O livro se tornou melhor na 2ª metade, quando a ação se intensifica, dando continuidade aos projetos dos redutores com foco no Sr. O. No geral, mantém-se o maravilhoso ritmo de escrita, com cortes de cenas para diversos personagens e situações, não deixando a leitura cansativa e melhorando muito o aproveitamento e assimilação dos acontecimentos.
Pontos positivos:
- Rhage. Definitivamente, um dos irmãos mais cativantes e engraçados. Gostei da história e de como passamos a conhecê-lo melhor nesse livro. É impossível não gostar dele, sério.
- Novos personagens que, aparentemente, vieram para ficar.
- Você se aprofunda um pouco mais nas tradições dos vampiros, o que é muito legal porque a autora criou coisas bem legais e impactantes. É até engraçado o contraste da vida deles como seres contemporâneos que, ao mesmo tempo, respeitam tanto as antigas tradições (que costumam ser bastante estranhas.) lol
- A perfeição e delicadeza com que os vampiros machos tratam suas fêmeas fica ainda mais evidenciada. Dica para os homens de plantão: podem copiá-los à vontade!
Pontos negativos:
- Mary. FALA SÉRIO. Ela passou de "neutra" para "Deus, que criatura insuportável, morra de uma vez por favor" em questão de pouco tempo. Odiei profundamente a forma com a qual ela, a TODO MOMENTO, usava sua doença para fazer comentários para se auto-rebaixar. I mean, tem um vampiro lindo te querendo, e você vai ficar fazendo comentários sobre como é feia, doente e mimimi? ME POUPE. Pegue o cara e seja feliz, afinal pode ser sua última chance para isso, não é mesmo?
- Uma palhaça aí que apareceu com graça pra cima do Zsadist e eu nem ri. Ciúmes sim, tenho ciúmes dos personagens de que gosto, com licença. lol
- Ward está, realmente, fazendo todo esse universo parecer real e ajudando a me desiludir ainda mais, afinal, não existem homens assim, nem de perto. lol
Avaliação final:
8,0. Apesar do Rhage ser um lindo e ter acontecido várias coisas importantes no decorrer da história, a Mary conseguiu me irritar bastante no começo, o que não me fez gostar tremendamente do livro, ao considerá-lo no geral. Ainda assim, as coisas melhoram por volta da metade e, independente da tosca da Mary, vale a pena ser lido!
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